14/2 – MISSAS DE CINZAS NAS PARÓQUIAS DA BAIXADA SANTISTA

 

MISSAS DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS
Confira, a seguir, os horários da Missa de Quarta-feira de Cinzas nas paróquais da Baixada Santista:
Santos
Catedral de Santos – 9h e 17h – 3232-4593
Carmelo São José (ao lado da S. Judas Tadeu/Marapé)- 7h – 3239-4052
Convento N.S. do Carmo (Centro de Santos) – 18h
– 3234-5566
Santuário do Valongo – 19h30 – 3219-1481
Jesus Crucificado – 19h – 3223-2338
N. S. da Assunção – 19h30 – 3235-1277
S. João Batista/Nova Cintra – 19h – 33947758
S. Margarida Maria – 19h30 – 3203-2940
S. Tiago Apóstolo – 19h – 3296-1755
Sagrada Família – 19h30 – 3291-1515
Imaculado Coração de Maria – 19h – 3223-7381
Santa Cruz/Pastoral da Saúde – 18h30 – 3232-9410
N. Sra. Aparecida – 19h30 – 3301-9846 / 3302-0520
S. Benedito – 19h30 – 32317849
S. Jorge Mártir – A confirmar – 3236-3528
S. José Operário – 19h – 3234-3530
S. Judas Tadeu – 19h – 3251-4146 / 3225-6040
N. Sra. dos Navegantes – 18h – 3261-4076
S. Edwiges – 19h30 – 3234-8910
N. Sra. do Carmo – 19h – 3261-2793
Sagrado Coração de Jesus – 19h – 3236-8155
Basílica do Embaré – 19h30 – 3227-5977 ou 76
Senhor dos Passos – 19h – 3223-1366
N. Sra. do Rosário de Pompéia – 17h – 3251-7191
S. Paulo Apóstolo – 19h – 3225-5073
São Vicente
N. Sra. Aparecida – 19h30 – 3464-7392
N. Sra. das Graças – 19h – 3468-3615
S. Pedro “O Pescador” – 19h – 3468-5371
S. Vicente Mártir – 17h e 19h – 3468-2658 / 34665290
S. José de Anchieta – 19h30 – 3406-2396
N.Sra. do Perpétuo Socorro – 19h30 – 3576-0873
N. Sra. Auxiliadora – 19h – 3566-2119
S. João Evangelista – 19h30 – 3462-4798
Reitoria Bom Jesus Navegantes – A confirmar-
Cristo Rei – 20h – 3561-2271
Reitoria N. Sra. do Amparo – 19h30 – 3467-2848
Praia Grande
Santo Antonio/Boqueirão – 17h e 19h30 – 3491-1337
N. Sra. das Graças/Ocian – 8h e 18h30 – 3494-5242
N. Sra. Aparecida/Jd. Samambaia – 19h – 3477-5455
Mongaguá
N. Sra. Aparecida – 19h – 3448-3358
Itanhaém
N.S. da Conceição/Laranjeiras – 19h30 – 3422-4029
N. Sra. de Sion/Suarão – 19h – 3422-1216
S. Teresinha/Belas Artes – 19h30 – 3426-3211
Peruíbe
S. José Operário/Caraguava – 19h30 – 3455-3239
S. João Batista/Centro – 15h e 19h – 3455-1491
Cubatão
N. Sra. da Lapa – 19h – 3361-1272
S. Francisco de Assis – 19h – 3361-2777
S. Judas Tadeu/Jd. Casqueiro – 19h – 3363-5032
Guarujá
N. Sra. Fátima e S. Amaro – 8h e 19h – 33866771
Santa Rosa de Lima – 19h30 – 3358-1920
Senhor Bom Jesus – 19h30 – 3355-1887
N.Sra. das Graças/Vic. de Carvalho – 19h30 – 3352-1218
Quase–Paróquia São José /Vic. de Carvalho – 19h30 – 3387-2206
Bertioga
Riviera – 9h – 3317-1838
São João Batista/Centro – 19h30 – 3317-1838
Caruara – 20h – 3317-1838

 

Início do Tempo da Quaresma e Campanha da Fraternidade

A Igreja, em todo o mundo, inicia no dia 14 de fevereiro o Tempo da Quaresma, com a Missa da Quarta-feira de Cinzas. Na Diocese de Santos haverá a Missa Diocesana, às 9h, na Catedral de Santos, presidida pelo bispo D. Tarcísio Scaramussa,SDB em que se reúnem sacerdotes, diáconos, religiosos e leigos de todas as paróquias da Baixada Santista.
Neste Tempo da Quaresma (que se estende até o dia 29 de março, Quinta-feira Santa pela manhã), os cristãos são convocados a viverem mais profundamente a experiência da conversão ao seguimento do Mestre Jesus. Para melhor viver essa experiência, a Igreja propõe os “exercícios quaresmais”: o jejum, a esmola e a oração. “Três tentativas de nos abrirmos à graça da filiação divina. Jejum: esvaziamento… tudo para que sejamos um só em Cristo (Gl 3,28) e Cristo seja formado em nós (Gl 4,19)… A esmola nasce da alegria de ter encontrado o tesouro escondido, tem necessidade de partilha e nos aproxima da irmandade. Oração como disponibilidade, entrega e docilidade à vontade do Pai… Neste Tempo somos convidados a reencontrar o nosso verdadeiro rosto em um esforço de autenticidade e lucidez, na oração e na caridade, para que, modelados à imagem de Cristo, sejamos capazes de uma comunhão mais profunda em seu mistério de morte e ressurreição… a nossa verdadeira vida é a vida do Ressuscitado em nós.” (Cf. Texto-Base da CF 2018, p. 7. 13).
No Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos (CNBB) apresenta a Campanha da Fraternidade como “caminho de conversão quaresmal”, a ser vivido de forma pessoal, social e comunitária com a atenção voltada para uma determinada realidade que pede mudança, conversão. Este ano para a questão da “superação da violência”. O Evangelho de Mateus inspira o lema: “Vós sóis todos irmãos” (Mt23,8).
A Campanha da Fraternidade tem como objetivo geral: “Construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência”. E como objetivos específicos: anunciar a Boa Nova da Fraternidade e da paz; analisar as múltiplas formas de violência; identificar o alcance da violência, propondo caminhos de superação, a partir do diálogo, da misericórdia, da justiça, em sintonia com o Ensino Social da Igreja; apoiar os centros de direitos humanos, comissões de justiça e paz, dentre outros.
A CNBB chama ainda a atenção para o fato de que esta Campanha da Fraternidade acontece no Ano do Laicato, “que tem como tema: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino”, e como lema: “Sal da terra e luz do mundo” (Mt 5, 13-14). Uma Igreja que anuncia o Reino de Deus, o Reino da paz e da fraternidade. Os leigos e leigas, iluminados e fortificados pela Palavra e pela Eucaristia, serão luz para superar a violência e sal para temperar a fraternidade”. (Cf. Texto-Base da CF 2018, -. 9).
A Coordenação Diocesana da CF já está realizando uma série de atividades sobre a CF 2018, de modo a envolver diferentes segmentos da sociedade – agentes de pastorais, educadores, promotores de justiça, advogados, servidores públicos etc – em torno de um assunto tão complexo e que depende de ações conjuntas para o enfrentamento desse alarmante quadro de crescimento da violência no País (confira agenda de eventos à P. 5): “Apesar de possuir menos de 3% da população mundial, nosso país responde por quase 13% dos assassinatos no planeta. Em 2014, o Brasil chegou ao topo do ranking, considerado o número absoluto de homicídios. Foram 59.627 mortes, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)” (Cf. Texto-Base da CF, p. 15).
O Texto-Base da CF apresenta questões como as múltiplas formas de violência – violência cotidiana, violência institucional, cultura da violência; violência resultante da desigualdade econômica, violência histórica, política e violência no Brasil: vítimas da violência: racial, contra os jovens, contra mulheres e homens, violência doméstica, exploração sexual e tráfico humano, contra os trabalhadores rurais e povos tradicionais, violência e narcotráfico, ineficiência e aparato judicial, violência no trânsito etc.
Como pistas de ação para a superação da violência, o Texto-Base defente: “Um agir que supera a violência tem como fundamento o Evangelho que aponta para a grandeza da vida e a beleza de viver. Testemunhar a beleza da vida e a graça de vivermos todos comos irmãos! Essa verdade do Evangelho deveria ecoar em nossos corações, em nossas comunidades e em nossa sociedade… A lógica do amor é o único instrumento eficaz diante das ações violentas” (p. 69).
As ações devem ser realizadas em três níveis: a) Pessoal, familiar – O primeiro lugar onde o ser humano aprende a se relacionar é a família. Os comportamentos e estímulos de superação da violência exercitados na família balizam as atitudes a serem desenvolvidas na comunidade e na sociedade; B) Comunitário – A prevenção é a capacidade que a sociedade tem de incluir, ampliar e universalizar os direitos e deveres de cidadania… As comunidades eclesiais, pastorais e Organismos, através da CF querem denunciar toda e qualquer forma de violência. Por meio de gestos concretos, a fé cristã deve incidir em todas as dimensões da vida; C) Social – Pensar a superação da violência dentro do sistema capitalista, que mantém a centralidade no lucro econômico, e não no ser humano, exige um grande esforço de identificação e compreensão das iniciativas que sinalizam possibilidades de enfrentamento e superação da violência. (Cf. Texto-Base da CF – Agir – p. 69 a 97).